A dúvida entre o homem cafajeste e o bonzinho

04/08/2017

 

Hoje vamos falar de um assunto polêmico: a dúvida entre o parceiro CAFAJESTE e o BONZINHO.

 

Esse é um dilema mais comum do que se pensa. Muitas pessoas não têm coragem de admitir em público, mas aqui no consultório sim: elas dizem que preferem o bonzinho, mas são loucas mesmo é pelo cafajeste.

 

E por que essa #atração fatal por um parceiro que nos “deixa na pista”, nos faz sofrer, nos enrola, mente descaradamente?

 

E porque o sujeito gente boa, que nos trata bem, nos agrada e cumpre os compromissos acaba ficando de lado?

 

Acho que no fundo queremos a paz, a calma e a estabilidade que o bonzinho nos proporciona – quem não quer? Esse é o ponto: sabemos que isso é o melhor para nós, sabemos que viveremos sem sobressaltos, como um mar sem ondas.

 

Mas o cafajeste… Aquele mesmo que prometeu ligar e não ligou, que disse que o cachorro quebrou a perna e teve que ir ao veterinário (quando nem cachorro ele tem), que já colocou a mãe no hospital umas 3 vezes para não comparecer a um encontro, que disse que está sem grana para a gasolina (e desde quando ele tem carro?), que o celular está sempre com defeito e por isso não pode responder aos whatsApps… Ele exerce uma atração à qual não conseguimos resistir.

 

No início, acreditamos – ou fingimos acreditar – nas desculpas, mas depois de um tempo não dá para continuarmos a nos enganar. E ainda assim continuamos com ele. Aliás, “ele” continua com a gente quando e do jeito que quer, não é mesmo?

 

Será que, na comparação entre os dois tipos, buscamos mesmo é a emoção, a montanha-russa em que o cafajeste no mantém, mesmo sabendo que vamos sofrer? Será que preferimos “viver perigosamente”, em vez de nadar em águas mais calmas e confiáveis?

 

É tudo uma questão de escolha, apenas isso! 

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